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Vídeo conferência durou cerca de duas horas 

No dia (1°) de dezembro, o NAP (Núcleo de Apoio pedagógico) da Faculdade Única, em Ipatinga, realizou um encontro virtual com o organizador do Congresso Brasileiro de Metodologias Ativas, Carlos Mourthé. A equipe do NAP, formada por Luciana Ulhoa, coordenadora do setor, Alcina Gonçalves, professora do curso de Psicologia, Thales Marques psicólogo, Luiz Cunha, professor dos cursos de Engenharia da Faculdade e a pedagoga Suely Quaresma juntamente com o gerente acadêmico da Instituição, Paulo Roberto, debateram sobre as Metodologias Ativas.

O tema proposto foi “a construção colaborativa de uma rede de aprendizagem ativa”. Esta rede tem o potencial de abrigar uma expressiva diversidade. A referência para a integração de novos elos está na visita dialógica a alguns fundamentos: as transversalidades que conferem identidade à rede.

A equipe da Faculdade Única e o organizador do Congresso Brasileiro de Metodologias Ativas, Carlos Mourthé, falaram, sobre a rede disparada pelo #1CBMAOnline, que tem dado a oportunidade de tecer muitas conversas e identificar desafios recorrentes entre os profissionais e instituições. Uma delas, tocada na conversa com a equipe, diz respeito ao seguinte desafio: que as práticas docentes individualizadas (pulverizadas) criem o amálgama de uma experiência institucional.

Criar um sistema consistente de práticas ativas de aprendizagem depende de um processo contínuo de adesão. Mas são vários os elementos que dificultam o deslocamento do quentinho confortável de uma prática centralizada, para o fluxo de uma rede distribuída de aprendizagem, onde múltiplas polinizações fazem brotar conhecimentos e competências inesperados e diversificados entre os aprendizes.

Diante da postura integradora da equipe da Faculdade Única, discutiu-se sobre a importância do acolhimento dos docentes, com dificuldades de alterar seus posicionamentos centralizados. Carlos Mourthé discorre sobre o pensamento da sociedade e o processo de construção colaborativa. “Os coletivos em que estamos imersos, muitas vezes, cultivam um estilo de pensamento que direciona as pessoas para a criação de categorias polarizadas. No desejo de ver os processos funcionarem de acordo com as próprias verdades, são criadas categorias mentais e a instituição é mapeada: de um lado inovadores e de outro, aqueles que ainda não desenvolveram tal potencial, entre os quais se posicionariam os tradicionais”, destaca. Ainda segundo Mourthé, este é um cuidado a ser tomado. Esta pode ser uma armadilha que dificulta a construção de uma cultura colaborativa de aprendizagem.

A Faculdade Única, representada pela professora Luciana Ulhôa, fez parte do Congresso apresentando na seção Brasil Afora o título. Ela destaca a importância de abordar o tema. “Experiência de formação da educação básica. No #1CBMAOnline são várias as contribuições que nos ajudam de forma importante a visitar o tema das resistências e a construção de uma cultura voltada para a integração das Metodologias Ativas de Aprendizagem”, finaliza Luciana.

Autor: Mithsuelen Paiva
Estagiária de Jornalismo



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